quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Não há sentido na vida... que fascinante! Isso significa que somos os artistas da nossa própria história e, como tais, somos plenamente capazes de dar o sentido que quisermos à nossa obra. Somos responsáveis pelo que nos guia, pelo que nos faz feliz e pelo que nos move. Somos, portanto, autores da criação. Somos, nós mesmos, nossa própria obra de arte.

Dancemos a música da vida - não pelo que achamos que poderá ocorrer quando a música acabar, ou pelo que dizem que acontecerá quando findar o som, mas simplesmente pelo prazer de ouvir a melodia.

Tornemo-nos, nós mesmos, o nosso próprio mentor.

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