Eu não quero me prender a uma ideia fixa, de quem eu sou e de quem sempre serei, baseada numa junção de letras. Não... Eu não quero ser Maria para cem pessoas. Quero ser cem mulheres diferentes para cada uma delas: Glória, Andréa, Alice, Sofia, Juliana, Gabriela, Patrícia, Joana, Olívia, Rita, Yasmin, Louise, Nicole, Fátima... Eu quero que os distintos nomes surjam na mente de cada indivíduo que se relacionar comigo, como um sentimento, porque neles conterão significados, cada um à sua maneira, cada um com suas próprias razões.
Não existe uma definição estática sobre mim. Eu não sou a mesma mulher para todos; sou uma mulher diferente a cada diálogo, a cada olhar, a cada sorriso. Recuso-me a aceitar que todas elas tenham o mesmo nome, portanto. Recuso-me a aceitar que todas elas sucumbam ao mesmo fim.
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