segunda-feira, 4 de julho de 2016
A vida é um fenômeno. O que passou, foi; e, enquanto era, somente estava. O que será, não é, nem nunca foi... O existir, o que seria, senão um sopro de poeira aos olhos do observador? Moléculas, átomos, quantuns, estrelas... Tudo sopro de poeira. No final, o que há é o fenômeno. Ele é o que impera. Somos observados pelo fenômeno, e é através dele que podemos também observar... Somos fenômeno; não fenômenoS, mas o próprio fenômeno em si. Existentes, enquanto fenômeno. Existentes, enquanto partículas agrupadas e inteligentemente organizadas. Há células, em nós. Há tensão celular. Há átomos e tensão molecular. Há sentimentos e tensão emocional... O que seria a vida, senão o fenômeno das tensões? Dualidade, mudança, conflito, tensão: apresento-te o DEVENIR.
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